cevadaS...

22/04/2010

jah

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vamos nessa
a Hora é agora,
Jah!
ainda que a m.í.d.i.a
faça m.é.d.i.a
olhe o globo,
não a Globo,
a força é um, dois, três...
somos nós*
Terra,
Lua,
Sol***
fogo
vibrando...
dentro de mim, de ti.
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19/04/2010

e o vulcão dentro de nós?

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das entranhas da terra, de nós
para o céu, infinito
nuvens, altas
algodão, turvas
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caminham, caminhos
meus, seus, nossos
vão além de mim, de ti, de nós
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é chegada a hora:
trema, ferva, desabe
construa, desconstrua, erga
veja a ponte a nos unir*
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Eyjafjallajoekull

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A TERRA TREME, FERVE, DESABA, DÁ OS SEUS SINAIS...
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nuvens de cinzas procedentes do vulcão da geleira Eyjafjallajokull, no sul da Islândia.
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07/04/2010

copa e cozinha

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El País
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El Mundo
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The Times
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O Guardian
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Lula
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Le Monde
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New York Times
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alagados;
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lama;
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lixo;
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abandono;
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pranchas de surf, botes nas ruas;
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barrancos; deslizamentos;
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interdições;
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sem luz;
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sem teto;
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sem lenço, sem documento;
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caos;
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o prefeito diz para população não sair de casa;
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o governador diz que morar no morro é suicídio;
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o presidente diz que é 'coisa da natureza';
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tem Jogos?
na cozinha...
vai ter Copa?
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anos44...

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As manchetes dizem que é a pior chuva no Rio em 44 anos.
Eu digo: é a pior administração em 445 anos.
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06/04/2010

um rio no Rio

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cErVeJaM... Basta uma chuva forte, que o Rio, a população e o programa Mais Você vão pro brejo...
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graças aos PACs

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por Míriam Leitão e Alvaro Gribel - 28.3.2010 15h00m
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Coluna no GLOBO
Hora do futuro

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A disputa eleitoral vai ocorrer numa economia crescendo?, criando emprego?, ampliando renda e crédito?. O quadro favorece todos, principalmente o governo. Dilma poderá dizer que tudo é graças aos PACs; José Serra pode lembrar que foi mantida a política econômica do PSDB; Ciro Gomes foi ministro no começo do Plano Real; e Marina tem dito que sua proposta é consolidar os acertos de 16 anos.
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A inflação está subindo e ameaçando pular para outros patamares, a atividade está aquecida?: perigo numa economia que ainda não se livrou dos juros cronicamente altos. O câmbio está baixo, alimentando os discursos dos exportadores. Os juros, pela ata do Copom, vão subir. Henrique Meirelles provavelmente terá encerrado seu longo período como presidente do Banco Central e será um teste interessante saber se o Copom continuará usando a mesma lógica para a sua tomada de decisões. Mas tudo isso não altera que o quadro é muito favorável?.
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O curioso é que a única que defendeu os fundamentos da política econômica, até agora, foi a candidata do Partido Verde, Marina Silva.
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O governador José Serra discordava da política monetária e cambial desde que o PSDB era governo. A ministra Dilma Rousseff não deu jamais qualquer demonstração de apreço pela atual política econômica. Ela discorda da política fiscal, que é o ponto que José Serra não apenas manteria, como reforçaria. Dilma é a favor da ampliação do gasto público, desconhecendo os riscos que isso representa. Confia que está baseada na doutrina vencedora do Keynesianismo e ignora o fato de que o economista inglês defendeu o gasto público em momentos específicos, e não o gasto pelo gasto, assim sem limites e sem controle.
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Quando Antonio Palocci ainda era ministro da Fazenda, ele fez a proposta de se atingir o déficit nominal zero. Dilma recusou a ideia acusando-a de “rudimentar”, e dizendo que antes seria preciso “combinar com os russos”. Na verdade, a ideia continua sendo excelente, e esta é uma boa hora para combinar qualquer coisa com os brasileiros sobre esse assunto: poupar mais quando o país está crescendo? e a arrecadação subindo é política anticíclica. No discurso de campanha, ela pode até defender a política econômica, mas estará se referindo não ao kit metas de inflação-câmbio flutuante-Banco Central independente-superávit primário. Estará se referindo ao aumento dos gastos públicos, presença crescente dos bancos públicos na economia, empréstimos abundantes do BNDES para a formação dos “campeões” nacionais, criação de novas estatais, tudo aquilo no qual realmente acredita?.
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O candidato Ciro Gomes poderá dizer que está na origem do Real porque foi o ministro que assumiu o cargo num momento de extrema dificuldade do plano econômico: com meses de vida e uma crise de credibilidade. Mas também poderá criticar os pontos que considerar pouco populares. As críticas aos juros altos são sempre um sucesso de bilheteria, mas se fizer isso, Ciro ficará no mesmo campo do seu arqui-inimigo José Serra, que tem criticado os juros desde sempre.
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Ciro está numa posição confortável: foi ministro no começo do real, foi ministro do governo Lula; pode elogiar o que deu certo nos dois governos. Pode também criticar, porque hoje ele é o único que tem feito isso, dado o estranho comportamento do candidato do maior partido de oposição.
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José Serra, prisioneiro do dilema criado pela alta popularidade do presidente, decidiu abdicar das opiniões próprias sobre qualquer assunto que não seja a dupla juros-câmbio. Não se sabe o que o candidato de oposição pensa da política externa conflituosa e confusa do governo Lula, ou da mudança de um modelo de exploração de petróleo que deu certo por 10 anos, ou do excessivo crescimento do gasto público, do aumento da carga tributária, ou qualquer erro cometido pelo governo. É da natureza da democracia? que a oposição registre seus pontos de discordância e apresente seu projeto para o futuro, para que o eleitor possa, comparando, decidir. A campanha tucana está tão perdida que uma das ideias é usar como mote a defesa do emprego. Fará isso em meses nos quais o Brasil estará com problemas pela falta de mão-de-obra em vários setores. Seria melhor mostrar os erros cometidos na tortuosa política educacional do governo Lula. É isso que nos faz chegar ao ponto de faltar trabalhador, com o país ainda com 7% de desemprego.
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Quem terá menos espaço para fazer essas críticas — e que talvez mais queira fazê-las — será a ministra Dilma Rousseff. Ela terá que seguir na linha ilusionista do presidente Lula de atribuir ao governo tudo o que deu certo na história deste país? e culpar os governantes dos últimos 500 anos pelos erros e falhas do atual governo.
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Marina Silva tem dito que é preciso consolidar o que deu certo na área econômica e social dos governos anteriores e fazer uma proposta para o futuro, onde ela tem uma ideia forte, construída em 30 anos de defesa das bandeiras ambientais. De qualquer maneira, será provocada a detalhar melhor o que apoia em cada parte do passado. Uma das bases da estabilidade econômica foi conseguida com leis contra as quais votou, como a Lei de Responsabilidade Fiscal.
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O melhor da economia este ano é que ela não será fator de perturbação do debate político? Nem inflação descontrolada? nem dólar em disparada? nem país à beira de algum colapso? Momento mais que perfeito para discutir o futuro? Será? uma pena se for feito um plebiscito entre o passado e o passado pretérito.
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branca de neve e os DEZ anões

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Dilma e mais nove ministros deixam cargos para disputar eleições
Band - Jornalismo - 31 de Março de 2010
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Saem do Governo os ministros 1Dilma Rousseff (Casa Civil), 2Hélio Costa (Comunicações), 3Alfredo Nascimento (Transportes), 4Edson dos Santos (Igualdade Racial), 5Patrus 6Ananias (Desenvolvimento Social), 7Edson Lobão (Minas e Energia), Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), José Pimentel (Previdência...
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Faltando nove meses para encerrar seu segundo mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu DEZ ministros que deixam o primeiro escalão para disputar as eleições de outubro.
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Após deixar o cargo de ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff realizou discurso emocinado, em nome dos dez ministros. Durante o discurso, a pré-candidata petista à sucessão presidencial deixou de lado números e planilhas e ficou com a voz embargada ao dizer que sentia uma "alegria melancólica" por deixar o posto.
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Ela ainda chamou os críticos do governo de viúvos do Brasil que cresceu pouco e acrescentou que a oposição finge ignorar que o país mudou.
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Será ???
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01/04/2010

cErVeJaM: pelo 1º de abril

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Historiador e guia turístico promove passeio para o Dia da Mentira no Rio
Encontro vai ser nas escadarias da Alerj, porque lá, segundo ele, é um dos lugares que mais se mente
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Emissora: Globo AM
Programa: Show do Antônio Carlos

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deu em 24/03/2010, às 07:14:47
O historiador e guia de turismo, Nilton Teixeira, está convidando o povo brasileiro para uma comemoração diferente para o Dia da Mentira, que é o dia primeiro de abril. Ele vai fazer um passeio gratuito no Rio de Janeiro visitando locais históricos que tenham a ver com o Dia da Mentira. O encontro vai ser nas escadarias da Assembleia Legislativa, porque lá, segundo ele, é um dos lugares que mais se mente.
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